NAGEL VERAS
Consultoria estratégica

Entre a prova de conceito que funciona e o produto que um cliente contrata há seis meses de trabalho que quase ninguém orça.

Dois caminhos para quem já tem produto: levar a prova de conceito ao primeiro cliente externo, ou destravar o que já vende e parou de escalar. Em ambos, escopo com critério explícito, evidência no lugar de convicção, e artefatos que ficam com o seu time quando o contrato acaba.

Por onde você entra

Caminho A · engajamento de 6 meses

Da prova de conceito ao primeiro cliente

Para startup com capital e prova de conceito rodando, que agora precisa de algo que um cliente externo contrate e use sem ninguém de dentro operando por trás.

PoC — feitoUm usuário: vocês mesmos. Ambiente controlado.
MVP — alvoPrimeiro cliente externo, fluxo ponta a ponta sem ajuda.
ProdutoMulti-tenant, cobrança, SLA, LGPD, material de venda.
  • Escopo antes de código. Cada corte registrado — quando alguém questionar no mês seis, a razão está escrita.
  • Arquitetura que suporta o segundo cliente. Multi-tenância, isolamento e custo por execução se decidem agora.
  • Time que fica mais forte do que entrou. O objetivo declarado é a equipe sustentar o produto sem mim.
Caminho B · diagnóstico e execução

Destravar o produto que já vende

Para startup com produto no mercado e receita entrando, em que cada cliente novo custa mais caro do que deveria — porque o que foi construído provou a ideia, mas não foi desenhado para sustentá-la.

  • O gargalo raramente está onde dói. Primeiro o diagnóstico — arquitetura, custo por execução, cadência e time. Só depois o plano, orçado.
  • Custo por execução é indicador de produto, não de infraestrutura. Em produto com IA ele decide preço, margem e, no limite, se o negócio fecha.
  • Dívida técnica com prazo e preço. O que refazer agora, o que adiar com consciência, e o que nunca vai valer a pena refazer.

O primeiro ciclo começa por um mergulho no que existe, já dentro do engajamento que vai executar. Se o que você quer é avaliação independente antes de contratar qualquer coisa, o produto é outro: a diligência técnica.

Também para empresa média e grande

Construir um laboratório de experimentação para desenhar novos produtos

Se boas ideias nascem na sua operação e morrem nela, porque competem com a agenda de entrega do dia a dia — e perdem —, dá para montar o sistema que separa o que merece investimento do que merece ser descartado cedo. Ciclo de 90 dias, do charter ao primeiro experimento com decisão tomada.

Vinte e um anos no CESAR, onde laboratório de experimentação é o modelo de trabalho e não novidade. Não exige contratar equipe nova: exige direcionar um grupo pequeno, método, cadência e alguém sênior sentado ao lado de quem decide.

Falar sobre o laboratório
  • Um funil, não uma caixa de sugestões. Toda ideia entra pelo mesmo caminho, com critérios de entrada, avanço e descarte.
  • Evidência, não protótipo. Hipótese declarada, prazo curto, resultado binário.
  • Um portfólio que se defende com números. Custo, hipótese e indicador desde o primeiro dia.

O que fica com você

Artefatos transferíveis, não atas de reunião.

Decisão de produto

Análise competitiva, escopo com critérios de corte registrados, roadmap técnico orçado.

Engenharia

Arquitetura-alvo documentada e implantada, pipeline de CI, padrões de código e de revisão.

Time e operação

Liderança técnica interna formada, cadência e rito de decisão funcionando, runbook de operação.

Como medimos se está funcionando

Duas colunas separadas desde o kick-off. Se o produto não vender, a causa pode ser técnica ou comercial — e só saberemos qual se as duas estiverem medidas.

Do meu lado

Marcos entregues no prazo, fluxo funcionando sem intervenção manual, cobertura de testes e estabilidade, custo por execução dentro do teto, autonomia técnica do time.

Do seu lado

Clientes em piloto e conversão para contrato, disposição a pagar validada em proposta real, receita recorrente, custo de aquisição e de suporte.

Um experimento que morre em três semanas com decisão clara é sucesso. Um que sobrevive seis meses sem métrica é exatamente o custo que estamos atacando.

O que eu preciso do seu lado

Não é pedido de conforto — é o que separa uma liderança que entrega de uma que apenas responde por um resultado que não controla. Estas condições entram no contrato.

Time definido antes do kick-off

Vagas preenchidas e dedicadas. Agenda dividida não conta como vaga preenchida.

Um dono de produto do seu lado

Alguém com autoridade para decidir escopo e falar pelo cliente.

Acesso a quem decide o investimento

Reunião mensal com quem assina. Decisão represada por duas semanas custa um ciclo inteiro.

Liderança técnica sem gestão de pessoas

Decido stack, arquitetura e escopo. A gestão formal da equipe permanece com você.

Comece pela conversa de alinhamento

Sessenta minutos para escolher o formato, fechar o escopo do primeiro ciclo e validar a composição do time. Sem proposta genérica antes disso.

Por onde você entra

Respondo em até 8 horas úteis.